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Show realizado no Citibank Hall: encerramento da turnê Fotos: Karen Guimarães |

“Não foi um showzaço, mas foi maneiro, é melhor do que ficar em casa assistindo filme…”
O comentário de um garoto que veio conosco na van sentido Zona Sul, que tomamos na saída do Citibank Hall reflete bem como foi a última apresentação da turnê acústica do Rappa, nesta sexta-feira.
A banda deu ao público carioca a honra de conferir a última apresentação do bem sucedido show “Acústico MTV”, um disco interessante, que foi marcado por: “experiências inusitadas usando o arsenal de instrumentos de brechó do Professor Pardal Lobato, do estúdio Jimo” , segundo o release oficial do show. Entretanto, sinceramente posso afirmar que nem dava muito para distinguir os instrumentos, mas…
Para os fãs, foi um show empolgante do início ao fim. Com isso, fica difícil narrar aqui os principais momentos. Como escolher um ou outro grande momento num show que fez toda a platéia pular do início ao fim?
Complicado… Mas é bom ver que o show agradou ao eclético público formado desde crianças e adolescentes com muitos trintões e quarentões espalhados pela casa. Até mesmo a atriz Suzana Vieira foi conferir de perto se “valia a pena” assistir à banda de Falcão.
O show foi um desfile de sucessos (não necessariamente nesta ordem): “Na Frente do Reto”, “Não Perca as Crianças de Vista” “Mar de Gente”, “Biterrusso Champagne”, “O Novo já Nasce Velho”, “Reza Vela”, “O Salto”, “Papo de Surdo e Mudo” ,”Rodo Cotidiano”. “Brixton, Bronx ou Baixada”, “Mitologia Gerimum”, “Pescador de Ilusões” (que fechou o show) , “Eu Quero ver Gol”, “Homem Amarelo”, “Lado B Lado A”, “Se Não Avisar o Bicho Pega”, “O que Sobrou do Céu”, “Me Deixa”, etc…
Sobre o cenário e a iluminação, posso dizer que eram fabulosos. Quando Falcão entrou em cena “se remexendo muito”, a projeção de imagens das profecias do Gentileza se faziam ver no cenário que imita um trem do metrô. Junte isso às hipnotizantes explosões de luz, à empolgação da platéia e ao barulho do Rappa. Foi um momento du k…
Outros momentos legais foram protagonizados por 3 garotos que foram convidados a subir no palco e tentar cantar alguns versos, sem falar na especialíssima presença de Maria Rita, que foi uma atração à parte. Maria cantou com o Rappa “Minha Alma” (a Paz Que Eu Não Quero) e “Rodo Cotidiano”. Seu shortíssimo e suas pernas à mostra arrancaram vários gritos de “gostosa” da galera lá da frente.
Meu único senão é que realmente nem parecia um show acústico e o som não estava legal, não dava pra distinguir os instrumentos, a apresentação agradou com muito barulho, mas como disse o garoto: “Não foi um showzaço, mas foi maneiro”.
O Rappa é formado por Falcão, Xandão, Marcelo Lobato e Lauro Farias
