A Indústria Cultural havia banido as práticas recombinantes do terreno da produção cultural legítima. Como se o original brotasse do nada, os intermediários da cultura inventaram a figura de um autor genial que inventava sem nunca copiar. No máximo, o criador recebia influências, mas sua inventividade brotava de uma condição acima da cultura em que estava inserido. Isso ocorria porque era necessário individualizar a criação para poder implantar um sistema de apropriação privada dos bens culturais que culminou na expansão do copyright.
Hã? O que? Heim!?! Calma, leia mais clicando aqui. Aproveite e dê uma passeada sem pressa pelo blog do sociólogo Sérgio Amadeu. Um espaço muito bacana e indicado para quem pensa! Um blog de opinião e expressão de um camarada com personalidade.