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	<title>O Lote cultural &#187; Leonardo Melo &quot;Salo&quot;</title>
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	<description>Se este não for um grande sítio, será apenas um pequeno lote de opinião na internet: falando sobre cultural, internet e sociedade</description>
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		<title>E o palhaço?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer literatura muda é para poucos, e essa façanha o autor e ilustrador Guto Lins realiza muito bem em seu livro E o palhaço o que é?, lançado pela editora FTD. Sem uma palavra sequer e com um belíssimo roteiro de ilustrações, Guto Lins consegue entreter e prestar homenagem a um dos personagens mais famosos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F23%2F02%2F2010%2Fe-o-palhaco%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F23%2F02%2F2010%2Fe-o-palhaco%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: justify;">Fazer literatura muda é para poucos, e essa façanha o autor e ilustrador Guto Lins realiza muito bem em seu livro E o palhaço o que é?, lançado pela editora FTD. Sem uma palavra sequer e com um belíssimo roteiro de ilustrações, Guto Lins consegue entreter e prestar homenagem a um dos personagens mais famosos do mundo: o palhaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser divertido, adorar o Arrelia e o Pimentinha, e se achar um pouco palhaço, Guto conta suas histórias com uma mistura de aquarela e efeitos digitais, sempre com muita cor e bom humor. O resultado é um palhaço que sobrevive ao tempo e tem papel marcante na história — da pré-história e antiga Grécia ao tempo de Elvis Presley e a era digital. É um palhaço que anima os doentes de corpo no hospital e os doentes de espírito e desestimulados em seus espetáculos. É a figura palhaçal que recarrega as baterias das pessoas, traz alegria e esperança.  “Mesmo na era moderna, temos mais escolas de circo do que em qualquer outra época, e companhias circenses que conseguiram manter a tradição e combiná-la com recursos tecnológicos”, comenta Lins. “O palhaço é imortal.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor e ilustrador:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Guto Lins é autor e ilustrador premiado de vários livros infanto-juvenis e gosta de se divertir trabalhando. É designer gráfico e professor do Departamento de Artes &amp; Design da PUC &#8211; RJ.</p>
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		<title>O Mágico Errado: mágica no universo infantil</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 15:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
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O livro O Mágico Errado, do escritor Luiz Galdino, de 1985, está sendo lançando numa edição renovada pela FTD, com novas ilustrações de Fernandes e Gilmar. A história conta as peripécias do mágico Arquibaldo Serafim que vive em uma cidade de mágicos. Mas ele é diferente: tira da cartola animais e objetos nada convencionais, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F22%2F02%2F2010%2Fo-magico-errado-magica-no-universo-infantil%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F22%2F02%2F2010%2Fo-magico-errado-magica-no-universo-infantil%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">O livro <em>O Mágico Errado</em>, do escritor Luiz Galdino, de 1985, está sendo lançando numa edição renovada pela FTD, com novas ilustrações de Fernandes e Gilmar. A história conta as peripécias do mágico Arquibaldo Serafim que vive em uma cidade de mágicos. Mas ele é diferente: tira da cartola animais e objetos nada convencionais, como urubu, pato, gambá. E o público acostumado com coelhos saindo da cartola não gosta de tanta novidade. Como trabalhar no circo se sua mágica não funciona direito?</p>
<p style="text-align: justify;">Serafim está quase desistindo da profissão, quando encontra uma turminha bem humorada. As crianças encorajam o mágico a continuar e aplaudem quando ele faz aparecer bichos diferentes, como um jabuti ou outros animais esquisitos que saem de sua cartola. A aceitação das crianças faz o mágico entender suas diferenças e viver feliz com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltada para o público infantil, a história mostra que coisas e situações diferentes podem ser interessantes e que é preciso aceitar o novo para se divertir com o que não é convencional. “O mais importante é a pessoa ser ela mesma. Se você tem um talento, não é necessário enfeitá­lo ou se adequar a um estereótipo. Cada coisa é interessante por si mesma e, assim, o talento fica muito mais evidente”, revela o autor Luiz Galdino.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Galdino nasceu em Caçapava, interior de São Paulo, em 1940. É formado em Artes e escreve desde os 18 anos. Sua obra soma, hoje, cerca de quarenta títulos, que inclui ficção para adultos, novelas infanto-juvenis e obras de não-ficção (ensaios sobre história e pré­história brasileiras). Seus livros conquistaram quase trinta premiações, entre elas o Prêmio Literário Nacional do INL (DF), Prêmio Nacional do Clube do Livro (SP), Fernando Chinaglia (RJ), João de Barro (Prefeitura BH) e Jabuti (SP), além de alguns no exterior, no México, na Alemanha e na Itália.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre os ilustradores:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Carlos Fernandes nasceu em Avaré, interior de São Paulo, e Gilmar nasceu na Bahia, em 1966. A dupla trabalha em redação de jornal e são sócios em uma empresa. Luiz ilustrou, em parceria com outro ilustrador, a coleção “Castelo Ratimbum”. Além de ser ganhador do primeiro lugar na categoria Caricatura, no Salão Internacional do Humor em Piracicaba. Gilmar conquistou o prêmio Waldemir Herzog em 2006, além do HQMIX, em 2002, como o melhor cartunista brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: divulgação.</p>
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		<title>Rogério Andrade Barbosa e Jô Oliveira lançam conjunto de histórias contadas em Angola, na África</title>
		<link>http://www.lotecultural.com/19/02/2010/rogerio-andrade-barbosa-e-jo-oliveira-lancam-conjunto-de-historias-contadas-em-angola-na-africa/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Rede...]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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Obra é uma viagem pelas histórias de Luanda


O autor Rogério Andrade Barbosa e o ilustrador Jô Oliveira lançam pela Editora FTD o livro Histórias que nos contaram em Luanda, fruto da viagem de dez dias que realizaram à capital de Angola, na África, a convite da Embaixada Brasileira e do Instituto Nacional do Livro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F19%2F02%2F2010%2Frogerio-andrade-barbosa-e-jo-oliveira-lancam-conjunto-de-historias-contadas-em-angola-na-africa%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F19%2F02%2F2010%2Frogerio-andrade-barbosa-e-jo-oliveira-lancam-conjunto-de-historias-contadas-em-angola-na-africa%2F" height="61" width="51" /></a></div><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1421" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2010/02/ds.jpg" alt="" width="197" height="269" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Obra é uma viagem pelas histórias de Luanda</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">O autor Rogério Andrade Barbosa e o ilustrador Jô Oliveira lançam pela Editora FTD o livro <em>Histórias que nos contaram em Luanda</em>, fruto da viagem de dez dias que realizaram à capital de Angola, na África, a convite da Embaixada Brasileira e do Instituto Nacional do Livro e do Disco de Angola, em junho de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá conheceram narrativas tradicionais, lendas e fábulas que ilustram a cultura do povo africano, enquanto ministraram cursos e oficinas de produção de texto e imagem para crianças, jovens e adultos. Uma parte dos alunos gostava de contar histórias. Outra, de desenhar. “Entre as várias histórias que os alunos nos contaram, selecionamos três para o livro,</p>
<p style="text-align: justify;">todas adaptadas para o público brasileiro, mas cheias do encantamento e da magia da cultura africana”, conta Rogério. Uma delas, a <em>Domikalinga</em>, narra o “causo” de uma moça grávida que promete dar o seu filho para quem lhe oferecer ajuda. E justamente quem a ajuda é um monstro. O menino cresce e, entre 8 e 10 anos, consegue enganar o monstro.</p>
<p style="text-align: justify;">A ilustração do livro é uma mistura do folclore brasileiro, a xilogravura medieval e as expressões visuais de diferentes povos. “Eles usam as cores primárias, tem a perspectiva quase ausente e os temas são sempre sobre seres fantásticos, nos três casos, contando aventuras impossíveis e histórias cheias de poesia. Procurei colar tudo isto nas ilustrações do livro, chegando ao resultado final”, conta Jô Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rogério Andrade Barbosa é professor e ex-voluntário das Nações Unidas em Guiné-Bissau, na África. Fez Letras na Universidade Federal Fluminense e pós-graduação em Literatura Infantil Brasileira na UFRJ. Trabalha na área de literatura afro-brasileira e africana em programas de incentivo à leitura, além de ganhador do Prêmio da Academia Brasileira de Letras de Literatura Infantil e Juvenil, em 2005, e de outros prêmios.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o ilustrador e co-autor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jô Oliveira nasceu na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e, durante seis anos, estudou na Escola Superior de Artes Industriais na Hungria. Seus primeiros trabalhos foram impressos na Itália, além de publicar livros na França e Alemanha. Desenhista de selos postais, criou mais de 50 modelos para os Correios e ganhou três vezes a medalha Olho de Boi pela criação do melhor selo brasileiro. Hoje vive em Brasília e, como apaixonado pela cultura popular, sempre procura referências para suas ilustrações no cordel, nos bonecos de Vitalino, entre outras manifestações folclóricas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: divulgação</p>
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		<title>Felipe do abagunçado: fantasia no universo pré-adolescente</title>
		<link>http://www.lotecultural.com/15/02/2010/felipe-do-abaguncado-fantasia-no-universo-pre-adolescente/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 15:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Rede...]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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O livro Felipe do abagunçado, da escritora Sylvia Orthof, está sendo relançando numa edição renovada pela Editora FTD, com ilustração de Fernandes e Gilmar. A história mistura suspense, ficção e muita novidade, quando Felipe, um garotinho de 12 anos, encontra um bruxo astronauta que, cheio de feitiços, transforma ele, sua mãe Lili e o cachorro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F15%2F02%2F2010%2Ffelipe-do-abaguncado-fantasia-no-universo-pre-adolescente%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F15%2F02%2F2010%2Ffelipe-do-abaguncado-fantasia-no-universo-pre-adolescente%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1416" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2010/02/13307195.jpg" alt="" width="70" height="105" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">O livro <em>Felipe do abagunçado</em>, da escritora Sylvia Orthof, está sendo relançando numa edição renovada pela Editora FTD, com ilustração de Fernandes e Gilmar. A história mistura suspense, ficção e muita novidade, quando Felipe, um garotinho de 12 anos, encontra um bruxo astronauta que, cheio de feitiços, transforma ele, sua mãe Lili e o cachorro Bilu em seres pequenininhos, do tamanho de uma formiga.</p>
<p style="text-align: justify;">Na história, a mãe de Felipe torna-se sua melhor amiga. Juntos, num mundo fantasioso, descobrem e vivem situações incríveis. E a principal reclamação da mãe, Dona Lili, a bagunça do quarto de Felipe, fica de lado. Ou seja, ele conquista o desejo secreto de qualquer adolescente: não levar bronca porque o quarto está bagunçado.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro mostra aquela fase pré-adolescente que todo mundo passa em que se éum pouco adulto e um pouco criança. Enquanto ele é ainda muito novo paraalgumas coisas, é muito velho para outras.</p>
<p style="text-align: justify;">A história aborda crescimento, fantasia e a relação filho-mãe de maneira divertida,cheia de fantasias e surpresas a cada página.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre a autora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sylvia Orthof nasceu em 1932, no Rio de Janeiro, e faleceu em 1997.Considerada pela crítica uma das mais criativas escritoras da literatura infantilbrasileira, publicou seu primeiro livro infantil em 1981 e escreveu cerca de 120títulos para crianças e jovens, entre contos, peças teatrais e poesias. Recebeu oPrêmio Jabuti de Literatura Infantil pelo livro <em>A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda,</em>em 1983, e o Prêmio Ofélia Fontes, pela coleção Assim é se lhe parece, juntocom Angela Carneiro e Lia Neiva, em 1995, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre os ilustradores:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Carlos Fernandes nasceu em Avaré, interior de São Paulo, e Gilmarnasceu na Bahia, em 1966. A dupla trabalha em redação de jornal e são sóciosem uma empresa. Luiz ilustrou, em parceria com outro ilustrador, a coleção“Castelo Ratimbum”. Além de ser ganhador do primeiro lugar na categoriaCaricatura, no Salão Internacional do Humor em Piracicaba. Gilmar conquistou oprêmio Waldemir Herzog, em 2006, além do HQMIX, em 2002, como o melhorcartunista brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: divulgação.</p>
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		<title>Elizeu Félix: o melhor pandeirista do Brasil.</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 01:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Há um ano atrás morria no Rio de Janeiro um músico excepcional e uma pessoa simpática, humilde e carinhosa: Elizeu Félix. Tive o prazer de conhecer esta figura sensacional e vê-lo tocar. Uma emoção sem igual!
Elizeu Félix nasceu em 1925 e morreu em 2009, aos 83 anos. Foi um dos maiores nomes da percussão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F14%2F02%2F2010%2Felizeu-felix-um-dos-maiores-nomes-da-musica-nacional-tao-importante-quanto-esquecido-pela-grande-midia%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F14%2F02%2F2010%2Felizeu-felix-um-dos-maiores-nomes-da-musica-nacional-tao-importante-quanto-esquecido-pela-grande-midia%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Há um ano atrás morria no Rio de Janeiro um músico excepcional e uma pessoa simpática, humilde e carinhosa: Elizeu Félix. Tive o prazer de conhecer esta figura sensacional e vê-lo tocar. Uma emoção sem igual!</p>
<p style="text-align: justify;">Elizeu Félix nasceu em 1925 e morreu em 2009, aos 83 anos. Foi um dos maiores nomes da percussão no Brasil. Ao lado de Luna e Mestre Marçal, formou um trio de músicos respeitados no Brasil e no exterior. Foram diversas excursões ao redor do mundo e incontáveis participações em gravações de artistas nacionais de samba e MPB.</p>
<p style="text-align: justify;">A versatilidade, o improviso e os malabarismos que fazia no pandeiro fora marcas registradas de Elizeu Félix e tais características, somadas à perfeita sintonia do trio, representam até os dias de hoje um exemplo de inspiração que influencia percussionistas que buscam aprendizado e/ou aperfeiçoamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido no Andaraí, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, Elizeu ainda criança aprendeu a tocar pandeiro, influenciado pelo irmão. Pouco tempo depois, passou a fazer parte da Orquestra da Rádio Clube do Brasil e ainda adolescente travou contatos com grandes instrumentistas da época.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rádio Clube do Brasil foi inaugurada em 1924, por Elba Dias. Um ano após a inauguração da primeira rádio AM no Brasil. Ambas foram responsáveis por marcar o início de um período de difusão das emissoras de rádio. Pela respeitada Orquestra da Rádio Clube do Brasil, passaram nomes como Jadir de Castro e Bezerra da Silva. Foi lá que Elizeu ainda garoto conheceu Roberto Barros Pinheiro (Luna) e Nilton Delfino Marçal (Mestre Marçal), com quem rapidamente fez amizade e compôs o Trio de Ouro da percussão brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, o Trio de Ouro foi aos poucos se tornando conhecido e respeitado em todo o território nacional. Dos anos 50 até o início dos anos 90, Elizeu participou ao lado de Luna e Marçal de inúmeras gravações ao lado de artistas como: . Francis Hime Cartola MPB4 Ney Matogrosso, Clementina de Jesus,Monarco, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Quarteto em Cy, Beth Carvalho Raul de Barros, João Nogueira, Simone, entre outros&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A fama e o reconhecimento nacional levou o Trio de Ouro a realizar excursões nacionais e temporadas em badaladas casas do Rio e de São Paulo. Elizeu, Luna e Marçal também se apresentaram fora do país em diversas ocasiões, acompanhando nomes como Ary Barroso e Humberto Teixeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1974, os músicos e compositores Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro homenagearam o Trio de Ouro na canção &#8220;Maior é Deus&#8221;, onde citam os seguintes versos: “Tamborim, surdo e agogô/É o Luna, é o Marçal, é o Elizeu/Maior Só Deus”. A música foi gravada pela cantora Beth Carvalho e posteriormente pelo próprio Paulo César Pinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma intensa vida musical de Elizeu Félix, composta por seguidos shows e gravações interrompeu-se no início dos anos 80, quando sem uma explicação clara, o músico se afastou da vida artística, vivendo totalmente fora dos holofotes da mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas passagens curiosas da carreira de Elizeu se passaram em suas viagens ao exterior: No Deserto do Saara, o músico ficou uma semana sem se alimentar normalmente por ver nas ruas uma grande quantidade de pessoas morrendo de fome, enquanto lhe eram servidos fartos banquetes. Em Mônaco, teve a oportunidade de se apresentar para a família real, ocasião em que conheceu pessoalmente a atriz Grace Kelly, a Princesa Grace de Mônaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte polêmica de sua tragetória foi uma briga com a cantora Beth Carvalho, na qual o músico acabou movendo uma ação contra Beth. Elizeu alegava que Beth não foi leal na ocasião do término de um contrato, já a cantora defendia-se afirmando que afirmava que o cantor não é patrão dos instrumentistas, mas quem lhes arruma trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 2003, Elizeu foi encontrado por Paulo César Pinheiro vigiando carros, na região da sede do Cloube de Regatas do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Paulo então tentou trazer Elizeu Félix de volta à vida artística. Arredio, Elizeu relutou, mas depois de algumas tentativas, acabou voltando e fazendo participações em alguns discos, sendo o mais comentado foi o álbum “As Árvores”, de Osvaldo Pereira, lançado pela<br />
Dubas Music em 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não passou muito tempo e Elizeu acabou caindo novamente no ostraciscmo. Teve um problema na próstata, curou-se dele, mas logo após, descobriu que tinha Leucemia. Com situação financeira ruim, morou durante cerca de três anos no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, onde teve como companheiros alguns artistas bastante famosos, como a atriz Dirce Migliaccio, o cantor e compositor Odibar e o Palhaço Cocada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-824" title="Primeira Dama e Elizeu Félix" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2009/06/251008-13-479x359.jpg" alt="Primeira Dama e Elizeu Félix" width="479" height="359" /></p>
<address style="text-align: center;">A &#8220;Primeira Dama&#8221; da Trupe Fadas e Palhaços canta com Elizeu Félix</address>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No início de 2009, seu quadro se agravou e no dia 13 de fevereiro de 2009, o músico veio a falecer. Elizeu foi enterrado no Cemitério de Jacarepaguá, em uma cerimônia simples. No Retiro dos Artistas, Elizeu recebia visitas regulares de sua filha Elizabeth Felix, que também o acompanhou nos últimos dias de vida, no Hospital Cardoso Fontes.</p>
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		<title>A Rainha Rabiscada</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 15:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[

Quem é que não gostaria de criar seu próprio reino e tirar dele tudo o que é ruim e reconstruí-lo de outra maneira? A Rainha Rabiscada, da saudosa Sylvia Orthof, pode tudo. Rabiscando ela se diverte, faz críticas, inventa e reinventa. O que ela não gosta, apaga. Injustiça, por exemplo, ela não suporta.
A Rainha do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F13%2F02%2F2010%2Fa-rainha-rabiscada%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F13%2F02%2F2010%2Fa-rainha-rabiscada%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1436" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2010/02/sd.jpg" alt="" width="227" height="272" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quem é que não gostaria de criar seu próprio reino e tirar dele tudo o que é ruim e reconstruí-lo de outra maneira? <em>A Rainha Rabiscada</em>, da saudosa Sylvia Orthof, pode tudo. Rabiscando ela se diverte, faz críticas, inventa e reinventa. O que ela não gosta, apaga. Injustiça, por exemplo, ela não suporta.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rainha do Lápis aproveitou para rabiscar um avião e foi lá para Brasília, para desenhar coisas de maravilha. Mas o que ela mais gostou foi apagar um ministro sinistro que havia roubado dinheiro do povo. Deixou por lá uns deputados e apagou os safados. Se for depender desta rainha, o mundo vai se tornar</p>
<p style="text-align: justify;">cada vez melhor. As ilustrações são do Jótah.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a autora:</p>
<p style="text-align: justify;">Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou-se na área de dramaturgia infantil como autora de texto, diretora de espetáculos, pesquisadora e professora de teatro. Em Brasília, exerceu as atividades de professora de teatro na Universidade de Brasília e coordenadora do Teatro do Sesi. Escreveu cerca de 120 títulos para crianças e jovens, entre contos, peças teatrais e poesias. Suas obras receberam importantes premiações. Faleceu em 24 de julho de 1997, em Petrópolis, Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o ilustrador:</p>
<p style="text-align: justify;">Jótah faz ilustrações de livros desde 1990. Antes se dedicava ao desenho animado. Em sua carreira, já ilustrou mais de 200 livros, entre didáticos e paradidáticos. Além de ilustrador, é autor de várias obras destinadas ao público infanto-juvenil. Participou do programa Rá-Tim-Bum, exibido pela TV Cultura, contando histórias através de desenhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rainha Rabiscada Autora: Sylvia Orthof Ilustrações: Jótah Editora FTD – SAC 0800 158555 Páginas: 24 Preço sugerido: R$ 23,90</p>
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		<title>Entrevista: Jovane Nunes</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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Conversamos com o comediante Jovane Nunes (Zorra Total/Melhores do Mundo) durante o lançamento do seu livro &#8220;A  outra história do Brasil.
Leonardo “Salo”: Como surgiu a idéia deste livro?
Jovane Nunes: Comecei este livro há 4 anos atrás. Eu escrevi um capítulo chamado “Incontinência Mineira”. Sempre gostei muito da história do Brasil. Eu sou formado pela UNB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F12%2F02%2F2010%2Fentrevista-jovane-nunes%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F12%2F02%2F2010%2Fentrevista-jovane-nunes%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">Conversamos com o comediante Jovane Nunes (Zorra Total/Melhores do Mundo) durante o lançamento do seu livro &#8220;A  outra história do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonardo “Salo”: Como surgiu a idéia deste livro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes:</strong> Comecei este livro há 4 anos atrás. Eu escrevi um capítulo chamado “Incontinência Mineira”. Sempre gostei muito da história do Brasil. Eu sou formado pela UNB em Arte Cênicas, mas lá, eu fazia também matérias em outros departamentos e algumas lá na História. Sempre gostei muito de História, então comecei a buscar e pesquisar isso e escrevi essa passagem da História do Brasil com humor, que é a minha área praia. Escrevi e guardei. Pensei: “um dia vou lançar um livro e o negócio vai ser esse: História do Brasil e tal”. Mas isso sem nem saber como fazer para lançar um livro.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuei trabalhando no teatro e na TV. Ano passado, o Pedro, que agora é meu agente, assistiu uma peça dos Melhores do Mundo lá em São Paulo e procurou a gente perguntando quem escrevia aquilo tudo e dizendo que tinha interesse de publicar um livro. O grupo não se interessou, a gente tinha outros projetos, lançar o DVD e tal&#8230; Aí ele me perguntou se eu tinha algum material. Eu respondi que tinha, lembrei desse negócio e mostrei pra ele, que gostou muito do texto e levou para as editoras. Nisso, a proposta da Planeta foi muito boa , tudo o que eles ofereceram pra gente e tal&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eu só tinha aquele capítulo, aí eu tive que escrever o resto. Em 2 meses eu fiz todo o livro, mas foi tranqüilo, chamei o Elber, que trabalha comigo nos Melhores do Mundo, que além da grande comediante é um grande designer (ele faz toda a produção gráfica do grupo), que fez a capa, fez as ilustrações e todas ficaram muito bacanas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonardo “Salo”: Pensa em lançar mais livros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes:</strong> Claro, e livros de humor, meu negócio é humor, quando eu estava na UNB, eu tinha que fazer aquelas monografias. Aí eu ia escrevendo assim, mas me dava vontade de fazer piada, e eu contava uma piada ou outra e aí a reação era a mesma sempre: “isso é uma palhaçada, o que você está fazendo aqui”. Mas eu achava engraçado, não adianta, quando eu vou escrever eu já quero fazer uma graça no texto, mas isso é bom isso, porque eu acho que não tem nada melhor do que rir né?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu quero ensinar pouco e “fazer rir muito”. A minha pretensão é que as pessoas leiam o livro e se divirtam muito com ele. O humor é o que não dá certo, você só faz humor sobre o tombo, entendeu? Uma pessoa caminha na rua normalmente e chega até o final, isso não tem graça nenhuma. Mas e ela leva um tombo e cai, aí é engraçado. Numa sociedade contraditória como a nossa, é muito boa pra quem faz humor, o humor sai do sofrimento, e é o que nos dá força para lidar com nosso próprio sofrimento.</p>
<p><strong>Leonardo “Salo”: É fácil falar com humor sobre a história do Brasil?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes: <span style="font-weight: normal;">A história que contam pra gente e que eu estudei no 2° grau é uma história oficial. Todos nós estudamos essa história oficial de D. Pedro gritando independência ou morte, com heróis nacionais, nós tínhamos os heróis e tal&#8230; No final das contas você vai descobrindo que esses heróis nacionais não eram heróis nacionais coisa nenhuma, e algumas vezes eram até bandidos nacionais e tudo. É interessante quando você começa a pensar no glamour que se faz com a “História do Brasil”.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes quando você realmente estuda a fundo determinado episódio, o glamour vai todo por água abaixo no final das contas. Eu sempre desconfiei mesmo daquilo tudo e me perguntava: “é isso mesmo?” Se estes caras eram todos tão heróis assim, porque a gente ainda continua nessa sociedade conflituosa ? Se eram tão heróis assim, porque havia escravidão, já que o Brasil foi um dos últimos a abolir esta prática. Boa parte da “História do Brasil” é de se desconfiar e o meu livro faz isso também, porque ele tem muita ironia. Eu trago uma “História do Brasil”, lida com ironia.</p>
<p><strong>Leonardo “Salo”: Qual foi o episódio mais fácil de escrever neste seu livro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes: </strong>O episódio do Plano Cruzado, ou mesmo o Governo Collor ou Itamar Franco, acho que eles foram os mais engraçados, mas por eu ter sido testemunha ocular de tudo aquilo. O descobrimento do Brasil, por exemplo, eu não estava lá, tive que pesquisar pra saber. Já o Collor, o Itamar, o PC Farias&#8230; Eu assisti tudo aquilo. Eu vivi, participei, eu fui naquelas passeatas do Collor, não como cara pintada, mas era manifestante, então é legal escrever isso.</p>
<p>Mas na verdade quando eu estava escrevendo, eu ria de tudo aquilo e isso é uma coisa que acontece também quando eu escrevo as peças do grupo, pense bem: você vai escrevendo, e é como se você fosse a primeira pessoa que está vendo a peça, é a primeira pessoa da fila, você é o primeiro que ri daquilo. Dessa forma, eu me diverti muito escrevendo o livro, ri muito e depois quando o livro foi pra revisão e voltou, eu o imprimi e ri, me diverti muito lendo o livro, então os capítulos todos eram muito bons para mim porque eu ri. Quando eu não ria, eu logo pensava: essa parte aqui não está muito boa não.</p>
<p><strong>Leonardo “Salo”: Como humorista, você acha que rir pode ser uma terapia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes: <span style="font-weight: normal;">É um negócio que eu venho observando ao longo desse tempo que eu estou nisso, no grupo Melhores do Mundo. A gente está fazendo 20 anos de carreira, sabe, Leonardo? Ao longo desse tempo, eu fui refletindo muito sobre o riso, e eu fui percebendo na prática uma coisa que todo mundo já sabia. O riso é terapêutico, é como se fosse um remédio pro espírito. Quando você ri e você se diverte, você se anima pra vida, é como se Deus tivesse falado: “olha, a vida vai ser difícil em alguns momentos, mas para suportar vocês vão rir”. Outro dia mesmo eu li sobre isso, que o seu corpo libera substâncias que curam, que causam bem estar. É muito bom, por exemplo, quando uma pessoa está doente e chega alguém que a faça rir.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez aconteceu um episódio bacana comigo e com a Adriana (do grupo). Nós fomos fazer uma coisa que os Doutores da Alegria fazem, fomos no hospital fazer um pedaço de uma peça no dia das crianças. Chegou um médico e falou: “olha, tem criança aqui que a medicina não pode fazer mais nada, eu acho que só vocês podem fazer alguma coisa por eles”. Esse trabalho que os Doutores da Alegria fazem é muito legal, levar o remédio que é o riso pra uma pessoa que está precisando muito, é muito legal isso.</p>
<p><strong>Leonardo “Salo”: O que você acha do termo palhaço?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes: <span style="font-weight: normal;">Eu gosto muito. Quando eu chego em um hotel, por exemplo, tem a ficha lá para preencher e eu sempre escrevo palhaço no campo profissão. Mas tem que se tomar cuidado. Por exemplo, o Ronald Mc Donald não é um palhaço, pois o palhaço tem tudo a ver com o errado. Ele é o vagabundo, o rebelde, o atrapalhado, ele é exatamente o marginal em relação ao comportamento que se espera de um cidadão. Você não espera que alguém seja um palhaço, você espera que a pessoa seja toda certinha e parara, então o palhaço é isso, ele conta uma outra história do Brasil, entende? Ele subverte uma determinada ordem que se estabelece, e sem contar que o palhaço é ladrão de mulher né? Ô coisa boa de roubar! (risos)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ser palhaço não significa ser bonzinho: “oi tudo bem crianças, vamos escovar os dentes”. Isso aí eu acho que não é o palhaço. O cara usa a figura do palhaço para educar, tudo bem, mas ser palhaço não é isso aí não. O Renato Aragão é um grande palhaço.</p>
<p style="text-align: justify;">O melhor palhaço que eu já vi é o Harpo, dos Irmãos Matti, aquele é o palhaço completo. Era um personagem que não fala, entende? Ele só se comunicava por gestos nos filmes, mas ele é maravilhoso, as crianças eram apaixonadas por ele, que era extremamente subversivo. Nos filmes, sempre tem um poderoso que quer bater nele e ele subverte aquilo. Inclusive quem gostava muito dele era o Chacrinha. Gostava tanto, que seu visual foi criado inspirado no Harpo. A buzina, o cabelo encaracolado&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Chacrinha, os Trapalhões, Woody Allen, o pessoal do Monty Pyton, Chico Anísio, Grande Otelo, todos esses nomes me inspiram muito, como ator, autor e como pessoa. O Chico, por exemplo, eu conheço pessoalmente e sou amigo dele, nunca vi pessoa tão doce, no coração aberto quanto o dele, uma pessoa super generosa, gosto muito dele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Leonardo “Salo”: E o que temos de novidades em relação aos Melhores do Mundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jovane Nunes: <span style="font-weight: normal;">A gente agora está lançando o DVD “Hermanoteu na Terra de Godah”, que foi gravado ao vivo em São Paulo e além da peça, que está muito legal, tem o conteúdo extra, por exemplo: tem um curta-metragem que a gente fez há 5 anos atrás que vai entrar como extra nesse DVD, é um curta feito em 35mm muito bacana, muito bem feito.</span></strong></p>
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		<title>Degredado de Santa Cruz: a arte de recontar feitos históricos de maneira apaixonante</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 15:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Rede...]]></category>
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O romance, de autoria de Sonia Sant’Anna, lançado pela Editora FTD, romanceia de maneira original tudo o que consegue da história documentada e pesquisada pela autora. “Em meus romances, procuro respeitar ao máximo a história original. Como o público-alvo é o juvenil, procurei dar ênfase à aventura”, explica a autora, que já publicou alguns romances [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F11%2F02%2F2010%2Fdegredado-de-santa-cruz-a-arte-de-recontar-feitos-historicos-de-maneira-apaixonante%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F11%2F02%2F2010%2Fdegredado-de-santa-cruz-a-arte-de-recontar-feitos-historicos-de-maneira-apaixonante%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1408" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2010/02/fgd.jpg" alt="" width="160" height="215" /></em></p>
<p style="text-align: justify;">O romance, de autoria de Sonia Sant’Anna, lançado pela Editora FTD, romanceia de maneira original tudo o que consegue da história documentada e pesquisada pela autora. “Em meus romances, procuro respeitar ao máximo a história original. Como o público-alvo é o juvenil, procurei dar ênfase à aventura”, explica a autora, que já publicou alguns romances históricos.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro narra a viagem de Cabral que resultou no descobrimento do Brasil. Isso foi possível porque a carta de Caminha é plena de detalhes e descrições. Quanto à vida dos dois degredados deixados em Porto Seguro descrita no livro há muito pouco da história original documentada.</p>
<p style="text-align: justify;">“Foi preciso recorrer às descrições deixadas por outros europeus que viveram entre os indígenas – principalmente Hans Staden e Jean de Léry – para descrever a experiência desses portugueses no Brasil. Na hora de narrar a expedição de Gonçalo Coelho e Américo Vespúcio, embora tenham sido publicadas as cartas de Vespúcio contando seus feitos, foi um pouco mais complicado porque algumas delas são tidas como apócrifas, às vezes contradizendo-se entre si”, explica a autora.</p>
<p style="text-align: justify;">Sonia afirma que o livro é um desafio muito agradável, pois é uma alegria enorme encontrar, quando menos se espera, uma informação histórica importante que o deixa ainda mais completo. “Como, por exemplo, o destino que teve a noiva do personagem principal, que encontrei em um artigo de Geraldo Pieroni, na revista ‘Cidade Nova’, de 1999.”</p>
<p style="text-align: justify;">É uma maneira de fazer os adolescentes terem um contato mais próximo com fatos históricos que norteiam o nascimento do nosso país. “O brasileiro é um povo que, em geral, ignora sua História. Então tento atrair meus leitores tal como meu pai fez comigo, isto é, contando histórias. Costumo também escrever de um ponto de vista mais próximo da maneira de pensar na época em que se passa a narrativa. Isso pode levar a discussões proveitosas sobre a obra.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre a autora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sonia Sant´Anna nasceu em Goiás, em 1938, mas desde pequena viveu no Rio de Janeiro. Sua primeira profissão foi de artesã joalheira. Ela não é historiadora, mas o tema é uma de suas paixões. Entre os romances históricos que já publicou está <em>Inconfidências mineiras – </em>a vida privada na Inconfidência, de 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o ilustrador:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Laurent Cardon nasceu na França, mas mora e trabalha no Brasil há muito tempo. Já ilustrou vários livros, tendo um deles recebido o selo de Altamente Recomendável da FNLIJ. Além de ser ilustrador, trabalha com animação de série longa-metragem e com publicidade, leciona cinema, é sócio de uma produtora de animação e se dedica muito à criação de <em>storyboard </em>para filmes de ficção.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: divulgação.</p>
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		<title>O que um professor faria com milhões de reais?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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O novo romance juvenil de Domingos Pellegrini, Professor Milionário, publicado pela Editora FTD, narra opções de investimento de um educador que ganha milhões na loteria. Cidadão comum, o professor Alu, tem suas esquisitices narradas logo no início da trama, que se passa na cidade de poucos habitantes chamada Serra Pequena. Lá, todo mundo conhece Alu: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F09%2F02%2F2010%2Fo-que-um-professor-faria-com-milhoes-de-reais%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F09%2F02%2F2010%2Fo-que-um-professor-faria-com-milhoes-de-reais%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1412" src="http://www.lotecultural.com/imagens/2010/02/786b.jpg" alt="" width="137" height="165" /></p>
<p style="text-align: justify;">
O novo romance juvenil de Domingos Pellegrini, <em>Professor Milionário</em>, publicado pela Editora FTD, narra opções de investimento de um educador que ganha milhões na loteria. Cidadão comum, o professor Alu, tem suas esquisitices narradas logo no início da trama, que se passa na cidade de poucos habitantes chamada Serra Pequena. Lá, todo mundo conhece Alu: querido pelos alunos, entusiasta da educação e com fama de fazer todo mundo se apaixonar pela leitura. Um belo dia, preocupado com a situação financeira da escola, o professor resolve comprar uma cartela inteira da loteria e, para a surpresa geral, ele ganha o prêmio máximo!</p>
<p style="text-align: justify;">Com a “bolada”, Alu passa a surpreender a cidade com seus investimentos em educação, ecologia e empreendedorismo, contrariando as expectativas gerais de lazer e consumismo. A partir daí,</p>
<p style="text-align: justify;">o livro traz uma reflexão da importância de se investir em educação no Brasil. “Os investimentos em educação beneficiam não apenas as pessoas que se educam, mas toda a comunidade em que elas vivem e atuam. A reforma da educação é uma necessidade urgente para o desenvolvimento social e econômico. Não podemos continuar formando legiões de jovens despreparados para o mercado de trabalho”, acredita o autor.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de <em>A Árvore Que Dava Dinheiro</em>, que se tornou um clássico juvenil contemporâneo, o autor, ganhador de vários prêmios Jabuti, em  <em>Professor Milionário</em><em>, </em>também enfoca como eixo narrativo o comportamento diante de muito dinheiro. “Esta narrativa é também baseada em valores, numa pequena cidade, mas com foco mais centrado na escola.”</p>
<p style="text-align: justify;">Domingos Pellegrini usa a loteria como eixo central porque é uma mania nacional. “A crença na sorte e na riqueza repentina são imensas evidências da nossa cultura de dependência, enquanto, para sucesso no mundo atual, é preciso o contrário: independência e criatividade.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Domingos Pellegrini nasceu em Londrina, no Paraná, em 1949. É escritor, jornalista e publicitário. Um dos cinco escritores mais agraciados com o prêmio Jabuti, nas categorias Contos, Poesia e Juvenil, além de ter recebido outros três prêmios Jabuti como romancista.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o ilustrador:</p>
<p style="text-align: justify;">Galvão nasceu em Campinas, interior de São Paulo, em 1977. É cartunista e ilustrador e já teve seu trabalho publicado em diversos jornais e revistas do Brasil e exterior, além de colaborar com diversos livros infantis e juvenis. Por duas vezes, ganhou o troféu HQMIX, em 2003 e 2004, com o site <span style="text-decoration: underline;">www.vidabesta.com</span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> divulgação.</p>
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		<title>Entrevista: Flavio de Souza</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Melo &#34;Salo&#34;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Flavio Souza é ator, roteirista e escritor. No teatro, escreveu por exemplo, a peça &#8220;Fica comigo esta noite&#8221;. No cinema, foi roteirista  de filmes como: &#8220;Um sonho de verão&#8221; e &#8220;Um lobisomem na Amazônia&#8221;. Na TV, foi o Tíbio do Castelo Rá Tim Bum. Isto apenas citando um exemplo de cada uma de suas vertentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F08%2F02%2F2010%2Fflavio%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.lotecultural.com%2F08%2F02%2F2010%2Fflavio%2F" height="61" width="51" /></a></div><p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Flavio Souza é ator, roteirista e escritor. No teatro, escreveu por exemplo, a peça &#8220;Fica comigo esta noite&#8221;. No cinema, foi roteirista  de filmes como: &#8220;Um sonho de verão&#8221; e &#8220;Um lobisomem na Amazônia&#8221;. Na TV, foi o Tíbio do Castelo Rá Tim Bum. Isto apenas citando um exemplo de cada uma de suas vertentes artísticas. Em cada uma delas, há inúmeros outros trabalhos já feitos por este talentoso profissional. Flavio e eu conversmaos durante o lançamento do seu livro: &#8220;<a href="http://www.lotecultural.com/03/02/2010/quatr">Eram quatro vezes</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonardo &#8220;Salo&#8221;:  Fale um pouco sobre seu novo livro :</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flavio Souza: </strong>A parte principal do livro, que é uma peça de teatro, eu escrevi por escrever. Uma das coisas que eu faço é escrever peças de teatro e como a Editora FTD estava pensando em fazer este projeto, eu já imaginei fazer a mesma peça em versão de teatro e em versão conto, achei que essa história era legal para fazer isso, mas no final acabei desistindo da versão conto. A FTD pediu ainda pra eu falar alguma coisa sobre teatro, e eu acabei fazendo uma mini enciclopédia de teatro.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma coisa que parece que não vende muito, é complicado vender peça de teatro. Mas as pessoas sentem muita falta disso, principalmente para trabalhar em escolas. E aí uma coisa causa outra, como vende pouco, tem pouco livro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é uma iniciativa super legal da FTD, de trazer isso e embora seja um pouco esquisito para quem nunca fez teatro, dá pra entender muito bem. O livro traz as falas e uma descrição do que está acontecendo. Normalmente isso tudo é na mesma cor, mas a Editora FTD fez algo muito legal, onde se utilizou cores diferentes. Fica mais fácil de ler para quem nunca fez teatro.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas pedem muito, de vez em quando eu ponho uma peça no meu site, para as pessoas poderem até copiar se quiserem. Eu gosto de tudo: teatro, cinema, TV&#8230; Mas eu comecei fazendo teatro, é o que mais fiz; já foram mais de 60 peças.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonardo &#8220;Salo&#8221;:  Muita gente te confunde com o Perônio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flavio Souza:</strong> Essa pergunta eu respondo sempre (risos), acho engraçado, tem gente que acha que eu faço os dois papéis, tem as coisas mais engraçadas&#8230; E o ator que fazia o meu irmão gêmeo Perônio, ele não é parecido comigo. Fica parecido por conta da maquiagem, da barba e da roupa. Eu não me acho parecido com ele e nem ele se acha parecido comigo, mas o diretor cismou que a gente se parecia e tal. Ele fazia algo muito legal, porque além de ator ele é bailarino também, então tinha umas coisas de movimento, que ele fazia igual a mim;  eu não sou bailarino, mas como ele tem essa manha , de fazer o que quer do corpo, saíam umas coisas muito  legais, porque eu fazia e ele fazia junto. Ficava bem “gêmeo” mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Leonardo &#8220;Salo&#8221;:  De onde vem a inspiração para seus trabalhos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flavio Souza: </strong>Acho que é de tudo: do mundo, das coisas que eu li, das coisas que já assisti, é uma mistura, fiz uma salada e vai saindo muita coisa, é a reciclagem praticamente, uma reciclagem.</p>
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